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terça-feira, 20 de julho de 2010

LEI DO CAMINHÃO DE LIXO

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quandode repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nósnervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo umsinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seucarro e nos manda para o hospital!' Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei doCaminhão de Lixo." Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e dedesapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de umlugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome issopessoalmente. Isto não é problema seu! Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo detais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nasruas. Fique tranqüilo... Respire e DEIXE O LIXEIRO PASSAR... O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentosruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem. A vida é 10% o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe!
Tenham uma boa semana, livrem-se de lixo, de maneira correta!!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

CAVALO MARINHO


Certa vez um cavalo-marinho pegou suas economias e saiu em busca de fortuna. Não havia andado muito quando encontrou uma Enguia que lhe disse:
- Bom amigo, para onde vai?
Vou em busca de fortuna, respondeu o cavalo-marinho com muito orgulho.
Está com sorte disse a Enguia. pela metade do seu dinheiro deixo que leve estas nadadeiras, para que possa chegar mais rápido.
Que bom! Disse o cavalo-marinho. Pagou-lhe, colocou as nadadeiras e saiu como um raio. Logo encontrou uma Esponja, que lhe disse:
- Bom amigo para onde vai com tanta pressa?
Vou em busca de fortuna, respondeu o cavalo-marinho.
Está com sorte, disse a Esponja. Vendo-lhe este scootter de propulsão por muito pouco dinheiro, para que chegue mais rápido.
Foi assim que o cavalo-marinho pagou o resto do seu dinheiro pelo scootter e sulcou os mares com velocidade quintuplicada.
De repente encontrou um Tubarão que lhe disse:
- Para onde vai meu bom amigo?
Vou em busca de fortuna, respondeu o cavalo-marinho.
Está com sorte. Se tomar este atalho, disse o Tubarão, apontando para a sua imensa boca ganhará muito tempo.
Está bem, eu lhe agradeço muito, disse o cavalo-marinho e se lançou ao interior do Tubarão, sendo devorado.
Moral:
Se você não tem certeza para onde vai, pode acabar indo para onde não pretendia.
Assim, o professor precisa determinar, de início o que o aluno será capaz de fazer ao final do aprendizado.
A isso chamamos definir Objetivos. Se o professor não define os objetivos1 não pode avaliar de maneira objetiva o resultado de sua atividade de ensino, e não tem condições de escolher os procedimentos mais adequados.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

JULGAMENTO

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco... Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
O velho disse:
- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?
As pessoas riram do velho. Elas sempre acharam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, mas havia fugido para a floresta. E não apenas isso, trouxera junto uma dúzia de cavalos selvagens. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.
O velho disse:
- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo esta de volta... quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente pensavam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo... O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você esta mais pobre do que nunca.
O velho disse:
- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forcados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram:
- Você tinha razão velho, aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda esta com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso e uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas. Quando você julga você deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque está em um processo sempre arriscado e desconfortável.
Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa. Uma porta se fecha, outra se abre. Você atinge um pico, e sempre existirá um pico mais alto.
Autor: Desconhecido

domingo, 7 de junho de 2009

A FLAUTA MÁGICA

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada a sua ação.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando dois outros amigos caçadores para a África.
Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa.
Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, de agressivo ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.
E foi assim, a flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria: - Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho...
Moral da História: Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo. Um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência. Prepare alternativas para as situações imprevistas. Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se. Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.

sábado, 9 de maio de 2009

A HISTÓRIA DO GRUPO COMPOSTO POR 4 PESSOAS

Era uma vez um GRUPO composto por quatro pessoas, de nomes:
1) TODO MUNDO,
2) ALGUÉM,
3) QUALQUER UM
4) NINGUÉM.

Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO estava certo de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez…
ALGUÉM ficou zangado com isso, pois era um trabalho de TODO MUNDO
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO não o faria.
A história termina com TODO MUNDO culpando ALGUÉM quando realmente NINGUÉM poderia responsabilizar QUALQUER UM

Todo GRUPO espera que seus colaboradors sejam ALGUÉM comprometido com TODO MUNDO, para que NINGUÉM sinta-se QUALQUER UM.

Assim:
Planejar e comunicar-se é preciso e deve ser feito por TODO MUNDO
Comprometimento é bom, mas, quase NINGUÉM o tem
Recompensar é necessário, mas é preciso que ALGUÉM o faça
Pois ter responsabilidade e respeito não é para QUALQUER UM

Então:
Se TODO MUNDO fizer suas tarefas
QUALQUER UM poderá conseguir uma boa nota
ALGUÉM reconhecerá esse esforço
e NINGUÉM será prejudicado, ou ficará insatisfeito

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O PEDREIRO

Antônio era um funcionário dedicado que estava prestes a se aposentar. Ele foi um dos primeiros a trabalhar na maior construtora da região. O dono dessa construtora muito famosa, era justo e bondoso, e quis fazer uma surpresa ao seu funcionário.
Ele chamou Antônio em sua sala e disse: - "Antônio eu tenho uma missão muito especial para você. Eu quero que seja construída uma casa com muito capricho usando o melhor material. Não se preocupe com o custo. Que nada falte a esta casa, pois é um presente especial que quero dar a uma pessoa muito querida.... Ah, e faço questão de lhe pagar à parte por esta construção".
Antônio ficou aborrecido, e disse consigo mesmo: "Justo agora que vou me aposentar vou ter que construir esta casa. E logo uma casa tão especial que o próprio dono pediu para ser a melhor que eu já fiz".
Muito irritado começou a construir a casa, mas sem cuidado nenhum usando até material de segunda. A raiva que ele estava do patrão era tão grande, que em pouco tempo, terminou a pior casa que já tinha feito em sua vida. Antônio foi falar com o dono da construtora, para receber o seu dinheiro e ficou surpreso, quando foi convidado para na semana seguinte entregar a chave ao novo proprietário.
Era um domingo, vários funcionários lá estavam quando Antônio chegou. Havia um palanque montado e uma multidão o aguardava. Convidado a subir no palanque ao lado do dono da construtora, Antônio ouviu as primeiras palavras que ele disse: - "Esta casa foi construída pelo meu melhor funcionário e com o melhor material já utilizado. Apesar de ter se aposentado na semana passada, mesmo assim ele fez com amor como sempre o fez."
Quando Antônio olhou para trás, viu que lá estavam sua esposa, filhos e netos. O dono da construtora prosseguiu dizendo: -"Como presente de aposentadoria eu quero lhe dar a melhor casa já construída por você". Antônio recebeu a chave e começou a chorar...

sábado, 16 de agosto de 2008

A PORTA

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras. Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia: - vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.
Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe: Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que havia por trás da assustadora porta?
- Vá e veja.
O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, ate que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade. O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta. Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar? Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

CONVIVÊNCIA

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Doíam muito... Mas essa não foi a melhor solução!
Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados.
Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros. Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

RECOMEÇAR


Em que momento da vida você cansou? O que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…é renovar as esperanças na vida e o mais importante…acreditar em você de novo. Sofreu muito nesse período?Foi aprendizado…Chorou muito? Foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos…Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora…Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…de encontrar prazer nas coisas simples de novo.Que tal um corte de cabelo arrojado…diferente? Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho? Besteira…tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…nem nós mesmos nos suportamos…ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos desafios.Onde você quer chegar? Ir alto…sonhe alto… queira omelhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…coisas pequenas teremos…já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental…joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”…” Porque somos do tamanho daquilo que vemos, e não do tamanho da nossa altura.
Carlos Drummond de Andrade.

domingo, 15 de junho de 2008

O ANEL

Um aluno chegou a seu professor com um problema:
-Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?O professor sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou:- Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.
- C...Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado.O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu.Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.Repense o seu valor!
Texto sugerido: ALAINE T. 4006

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Escola é (Paulo Freire)

... o lugar onde se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que se alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo. (Paulo Freire)
Texto sugerido pela aluna THAYNÁ – T.4001/08

domingo, 1 de junho de 2008

POR QUE AS PESSOAS GRITAM QUANDO ESTÃO ABORRECIDAS

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma – disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça. – retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então, não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então, ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E, por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta...
(texto sugerido pela aluna ISABELA – T. 4004/07)

quarta-feira, 21 de maio de 2008

LOBOS INTERNOS

Um velho Avô disse a seu neto, que veio a ele com raiva de um amigo que lhe havia feito uma injustiça:
- "Deixe-me contar-lhe uma história.
Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio àqueles que 'aprontaram' tanto, sem qualquer arrependimento daquilo que fizeram.
Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo.
É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra.
Lutei muitas vezes contra estes sentimentos".
E ele continuou:
-- "É como se existissem dois lobos dentro de mim.
Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende quando não se teve intenção de ofender.
Ele só lutará quando for certo fazer isto, e da maneira correta.
Mas, o outro lobo, ah!, este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira!
Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo.
Ele não pode pensar porque sua raiva e seu ódio são muito grandes.
É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar coisa alguma!
Algumas vezes é difícil de conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito".
O garoto olhou intensamente nos olhos de seu Avô e perguntou:
- "Qual deles vence, Vovô?"
O Avô sorriu e respondeu baixinho:
- "Aquele que eu alimento mais freqüentemente".

quarta-feira, 14 de maio de 2008

O ECO E A VIDA

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas.
O menino cai, se machuca e grita:
- Aaaaai!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha:
- Aaaaai!
Curioso pergunta:
- Quem é você?
Recebe a resposta:
- Quem é você?
Contrariado grita:
- Seu covarde.
Escuta como resposta:
- Seu covarde.
Meu filho preste atenção, diz o pai.
Então o pai grita em direção a montanha:
- Eu admiro você!
A voz responde:
- Eu admiro você!
De novo o homem grita:
- Você é um campeão!
A voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado, não entende. Então o pai explica:
- As pessoas chamam isso do ECO, mas na verdade isso é a VIDA. Ela lhe dá de volta tudo o que você diz ou faz. Nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações. Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração. Se você que mais competência da sua equipe, desenvolva a sua competência.
O mundo é somente a prova da nossa capacidade. Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
Sua vida não é COINCIDÊNCIA, é CONSEQUÊNCIA de você.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

FILHOS SÃO COMO NAVIOS

Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para selançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro daspróprias aventuras e riscos. Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter quedesviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos. Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, maisenriquecido pelas diferentes culturas percorridas.E haverá muita gente no porto,feliz à sua espera. Assim são os FILHOS.Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção quepossam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os maresda vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras. Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam eos conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além dasmateriais, estará no interior de cada um:A CAPACIDADE DE SER FELIZ.Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que seguarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém. O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foifeito para permanecer ali. Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podemse esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro eencontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de quedeverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres. Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente deque na bagagem devem levar VALORES herdados como: HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE. Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os paispodem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podemdesejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem serfelizes por eles. A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL A BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTARDANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA. Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estesdescansar no que os pais conquistaram. Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, comoos navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras.Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:"QUEM AMA EDUCA". "COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS" (Autoria: Içami Tiba)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

A ESTRELA DO MAR

Um homem sábio fazia um passeio pela praia, ao alvorecer. Ao longe, avistou um jovem rapaz que parecia dançar ao longo das ondas. Ao se aproximar, percebeu que o jovem pegava estrelas do mar da areia e as atirava suavemente de volta á água. E então o homem sábio lhe perguntou:
- O que você está fazendo?
- O sol está subindo e a maré está baixando, se eu não as devolver ao mar, irão morrer..
- Mas, meu caro jovem, há quilômetros e quilômetros de praias cobertas de estrelas do mar... Você não vai conseguir fazer qualquer diferença.
O jovem se curvou, pegou mais uma estrela do mar e atirou-a carinhosamente de volta ao oceano, além da arrebentação das ondas. E retrucou:
- Fiz diferença para essa pequena estrela.
A atitude daquele jovem representa alguma coisa de especial que existe em nós. Todos fomos dotados da capacidade de fazer diferença.
Pense sobre isso e veja que tipo de contribuição você pode dar para tornar o mundo a sua volta melhor.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A ratoeira

Preocupadíssimo, o rato viu que o dono da fazenda havia comprado uma ratoeira: estava decidido a matá-lo!
Começou a alertar todos os outros animais:
- Cuidado com a ratoeira! Cuidado com a ratoeira!
A galinha, ouvindo os gritos, pediu que ficasse calado:
- Meu caro rato, sei que isso é um problema para você, mas não me afetará de maneira nenhuma – portanto não faça tanto escândalo!
O rato foi conversar com o porco, que sentiu-se incomodado por ter seu sono interrompido.
- Há uma ratoeira na casa!
- Entendo sua preocupação, e estou solidário com você - respondeu o porco.
- Portanto, garanto que você estará presente nas minhas preces esta noite. Não posso fazer nada, além disso.
Mais solitário que nunca, o rato foi pedir ajuda à vaca.
- Meu caro rato, e o que eu tenho a ver com isso? Você já viu alguma vez uma vaca ser morta por uma ratoeira?
Vendo que não conseguia a solidariedade de ninguém, o rato voltou até a casa da fazenda, escondeu-se no seu buraco, e passou a noite inteira acordado, com medo que lhe acontecesse uma tragédia.
Durante a madrugada, ouviu-se um barulho: a ratoeira acabava de pegar alguma coisa!
A mulher do fazendeiro desceu para ver se o rato tinha sido morto. Como estava escuro, não percebeu que a armadilha tinha prendido apenas a cauda de uma serpente venenosa: quando se aproximou, foi mordida.
O fazendeiro, escutando os gritos da mulher, acordou e levou-a imediatamente ao hospital. Ela foi tratada como devia, e voltou para casa. Mas continuava com febre. Sabendo que não existe melhor remédio para os doentes que uma boa canja, o fazendeiro matou a galinha.
A mulher começou a se recuperar, e como os dois eram muito queridos na região, os vizinhos vieram visitá-los. Agradecido por tal demonstração de carinho, o fazendeiro matou o porco para poder servir aos seus amigos.
Finalmente, a mulher se recuperou, mas os custos com o tratamento foram muito altos. O fazendeiro enviou sua vaca ao matadouro, e usou o dinheiro arrecadado com a venda da carne para pagar todas as despesas.
O rato assistiu aquilo tudo, sempre pensando:
"Bem que eu avisei. Não teria sido muito melhor se a galinha, o porco e a vaca tivessem entendido que o problema de um de nós coloca todo mundo em risco?"

sábado, 29 de março de 2008

A VOLTA DE UM PERSONAGEM DO SÉCULO XVI AO BRASIL

Em pleno século XXI, o Sr. Teixeira, um grande professor brasileiro do século XVI, voltou ao Brasil e, chegando a sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas eram altíssimas e cheias de janelas, as ruas eram pretas e passavam umas sobre as outras com uma infinidade de máquinas andando em velocidade; o povo falava muitas palavras que o Professor Teixeira não conhecia (poluição, telefone, rádio, avião, barato, metrô, cinema, televisão). As roupas deixavam o professor ruborizado.
Tudo havia mudado. Muito surpreso e preocupado, o professor visitou a cidade inteira e, cada vez menos compreendia o que estava acontecendo. Resolveu então, visitar uma igreja, mas que susto levou! O Padre rezava a missa, não em latim, mas em Português e de costa para o altar; o órgão estava parado e um grupo de cabeludos tocava, nas guitarras, uma música estranha, ao invés do canto Gregoriano. O desespero do professor aumentava...
Resolveu, ainda, viajar e visitar algumas famílias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar todos se reuniram, durante muitas horas para ADORAR um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O Professor Teixeira ficou impressionado com tanta capacidade de concentração e de adoração!!! Ninguém falava uma palavra diante do aparelho. Tudo havia mudado completamente e o Professor Teixeira desanimava cada vez mais, até que resolveu visitar uma escola – e percebeu que tudo continuava da mesma forma que ele havia deixado: as carteiras umas atrás das outras; o professor
Falando, falando... e os alunos escutando, escutando, escutando...

quinta-feira, 20 de março de 2008

OS OPERÁRIOS

Havia três homens trabalhando, colocando alinhadamente tijolo em cima de tijolo. Todos estavam compenetrados no desenvolvimento daquela atividade, quando foi perguntado ao primeiro:
- O que você está fazendo?
Ele imediatamente respondeu:
- Estou defendendo o pão de cada dia.
Fizeram a mesma pergunta ao segundo e ele falou que estava levantando um muro.
Quando interrogaram o terceiro, ele ergueu a cabeça e disse orgulhosamente:
- Estou construindo uma catedral que abrigará centenas de pessoas, estou construindo um espaço de paz e tranqüilidade, um lugar onde todos serão bem-vindos.
Aparentemente estes três homens estavam fazendo a mesma coisa. No entanto, ao serem indagados, suas respostas foram totalmente diferentes.
Por que? Por que o terceiro conseguiu ver algo que os outros dois não captaram? Por que ele foi além do salário que recebia, do tijolo que estava empilhando, do muro já perceptível?
Na verdade o que ele tinha era ideal. Ele estava ciente de sua importância no futuro daquela igreja. Ele tinha a exata medida da grandiosidade daquela obra. Por isso, seus tijolos seriam os mais bem colocados, alinhados milimetricamente com uma boa dose de amor.

quinta-feira, 13 de março de 2008

ADMINISTRANDO O TEMPO

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de R$.. 86.400,00.Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.
O que você faz?
Você iria gastar cada centavo, não é mesmo?
Todos nós somos clientes deste banco.
E o crédito que recebemos chama-se TEMPO.
Em todas as manhãs, é creditado para cada pessoa 86.400 segundos.
Todas as noites o saldo não usado é debitado como perda.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.
Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Sem volta! Você precisa gastar bem o seu depósito diário.
De preferência no presente.
O relógio esta correndo.
Faça o melhor pelo seu dia-a-dia.
Use bem o seu tempo.
Porque para compreender o valor de 1 ano, pergunte a um estudante reprovado no exame final.
Para compreender o valor de 1 mês, pergunte a uma mãe que deu à luz um bebê prematuro.
Para compreender o valor de 1 semana, pergunte ao editor de uma revista semanal.
Para compreender o valor de 1 hora, pergunte aos amantes à espera do primeiro encontro.
Para compreender o valor de 1 minuto, pergunte a quem acaba de perder o trem, o ônibus ou o avião.
Para compreender o valor de 1 segundo, pergunte a quem acaba de escapar de um acidente.
Para compreender o valor de 1 milésimo de segundo, pergunte a quem ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos.
Valorize cada momento que você tem! Lembre-se, o tempo não espera por ninguém.
O ontem é história. O amanhã é um mistério. O hoje é uma dádiva. Por isso, é de nominado presente. Aproveite cada segundo! Aprenda a investir no tempo.