sábado, 18 de julho de 2009

VERIFICANDO SABERES (4)

Gabarito VS (3)
1) C - Art. 1º/§2º
2) A - Art. 1º §1º
3) A - Art. 2º
Responda adequadamente:
1) A educação brasileira, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais da solidariedade humana, tem como finalidade:
I) o pleno desenvolvimento do educando
II) a preservação e a expansão do patrimônio da União
III) o preparo para o exercício da cidadania
IV) o preparo para a universidade
V) a qualificação para o trabalho
Das afirmações acima, estão corretas apenas:
A) I, II e IV
B) III, IV e V
C) I, III e V
D) I, II e V
2) Atualmente, os sistemas de ensino vêm sendo orientados para promover respostas às necessidades educacionais especiais, de acordo com a Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva de uma educação inclusiva.Para promover educação inclusiva, é preciso garantir:
I) formação de professores e demais profissionais para o atendimento educacional especializado
II) acessibilidade urbanística e arquitetônica
III) transversalidade da educação especial desde a educação infantil até a superior
IV) participação da família e da comunidade
V) atendimento educacional especializado
VI) continuidade da escolarização nos níveis mais elevados do ensino
Marque a alternativa verdadeira:
A) Apenas as afirmativas II, III e V estão corretas.
B) Apenas as afirmativas I, IV e V estão corretas.
C) Apenas as afirmativas IV, V e VI estão corretas.
D) Todas as afirmativas estão corretas.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Parentesco, violência e revolução na escola

“ Atualmente verificamos que escola, professor e aluno já não convivem tão harmoniosamente como antes “
Atualmente, observamos no cotidiano escolar situações de quase conflito entre professores e alunos. Professores com dificuldade em ministrar aulas e desenvolver seu trabalho diário devido, segundo os mesmos, ao “desinteresse”, ao mau comportamento, ao desrespeito e ao descompromisso dos alunos. Alunos que reclamam dos professores, denominando-os de chatos, caretões, estressados, implicantes e mais outras tantas coisas.
Mas sabemos que houve tempos em que o relacionamento inter-pessoal professor/aluno era bem mais amistoso e respeitoso, pois o aluno já trazia em sua bagagem psicosocial todo um respeito, todo um afeto e uma relação de amizade e reconhecimento à figura do professor. Mas essa relação mudou. Atualmente verificamos que escola, professor e aluno já não convivem tão harmoniosamente como antes.
O que aconteceu? As coisas mudaram sim. Antigamente, logo no seu primeiro contato com a escola, a criança encontrava a professora, pessoa formada para formar, bem quista e reconhecida pela sociedade e, também, pelos pais daqueles que seriam seus alunos. Hoje, a criança encontra na escola a “tia”, e talvez nessa denominação a transferência de todo desrespeito vivenciado em família ou em sua comunidade.
Já na passagem da quarta para quinta série, ou, terceiro ano do segundo ciclo, a mudança. O aluno não tem mais a “tia”, e sim, a professora ou professor. Essa mudança é significativa? Mas o que aconteceu com a escola? O que é necessário fazer para que o bom relacionamento, o respeito, o interesse e o bom comportamento voltem a reinar nela?
“ Sabemos que o mundo fora da escola é bem mais colorido, interessante, vivo, atraente e convidativo “ Sabemos que muitas vezes, ou até na maioria das vezes, o mundo fora da escola é bem mais colorido, interessante, vivo, atraente e convidativo, porém compreendemos também que a escola foi e continua sendo o lugar para onde pais e responsáveis encaminham suas crianças ou adolescentes, por acreditarem ser nela e através dela que eles crescerão, ou “serão alguém”, constatando-se também, que muitos dos valores e opiniões dos estudantes sobre a importância da realização escolar divergem dos pais.
E a permanente luta diária por delimitação de espaços continua. De um lado, pais preocupados com a “educação” que a escola está dando a seu filho. De outro lado, professores horrorizados com o comportamento geral desses estudantes e preocupados por não alcançarem o cumprimento de todo seu planejamento, o que em suas visões prejudicará futuramente o aluno ao nível de “vestibular”. No foco central dessa questão encontramos os alunos no concreto questionamento: “para que eu tenho que aprender essas coisas?”.
A sociedade mudou, os alunos mudaram, as necessidades mudaram. E a escola? Parece-nos que ainda não. A violência impera na sociedade e, também, dentro da escola. Professores, alunos, funcionários e direção vivem em constante sobressalto em suas convivências diárias. A violência vivida pelo aluno fora da escola é trazida para dentro dela, ou até imposta a ela, sem que os professores saibam como lidar ou superar esse problema.
Na maioria das vezes, a escola é ponto de encontro de pessoas insatisfeitas, revoltadas, mal humoradas, desgostosas por terem de permanecer ali. Mas sabemos que esse problema pode ser superado, talvez não imediatamente, mas que pelo menos exista interesse de todos os interessados em minorizá-lo.
É nesse importante momento de incertezas, questionamentos, desaprovações, desilusões e até atritos, que surgiu a nova Lei de Diretrizes e Bases, acenando-nos com a possibilidade da Escola Autônoma, transformadora, tecnológica e também humanizadora. A nova LDB traz com ela os “PCNs”, que direcionam a instrução, através dos conteúdos curriculares, em um completo entrosamento com a educação direcionada à construção de cidadania, na ampla proposta dos Temas Transversais.
O estudo dessa nova lei permite que acreditemos que a escola pode mudar, pois a modernidade exige mudanças em todas as áreas, e, portanto, a Educação, que é base de tudo, deve acompanhar e participar do novo processo, pois o novo sempre traz resistência. Porém, não há mais tempo a esperar e não cabe desistir. E nesse momento de reflexão e questionamentos há que se investir nesse novo, acreditando-se nele.
“ A nova escola proposta espera, e tem tudo para conseguir, contemplar os anseios de pais, alunos e professores “ Adaptar a escola aos moldes da nova lei é preciso. Para tanto, necessitamos de professores bem informados, inovadores, conhecedores das novas tecnologias e, principalmente, dispostos a direcionarem seus conteúdos para o desenvolvimento das habilidades e competências e, também, dispostos a trabalhar interdisciplinarmente dentro da nova visão de educação contextualizada.
A nova escola proposta espera, e tem tudo para conseguir, contemplar os anseios de pais, alunos e professores, pois ela tem como objetivo principal o indivíduo, sua vida, seu crescimento, sua individualidade, sua formação cidadã. E assim a Escola não será vista somente como um espaço físico, mas como um lugar reservado ao crescimento, à construção do conhecimento, o lugar onde pessoas se encontram para “aprender a aprender”, sempre em um processo contínuo e dinâmico.
Para tanto, é indispensável pensar-se o corpo docente e discente como um “time”, aquele onde todos participam de um mesmo jogo, onde todos saem vitoriosos, ou todos saem derrotados, e, portanto, todos reúnem seus esforços em torno de um ponto comum, a vitória. O que objetivamente direciona qualquer proposta pedagógica inovadora para o trabalho com projetos, o que substancialmente aumenta o entrosamento entre pessoas, disciplinas, soluções de problemas e troca de experiências.
“ Esse trabalho é possível, e certamente envolvente, pois quem mais do que a criança e o jovem gostam de coisas novas? “
Professores e alunos caminhando juntos, lado a lado, na construção do fazer pedagógico de uma unidade escolar, onde estarão previstas visitas a museus, pesquisa de campo, idas a bibliotecas, a teatros e a elaboração conjunta de festas internas, automaticamente tornará a convivência escolar diária mais afetiva, cooperativa e prazerosa.
Uma vez, em 1993, recebi um cartão de Natal de uma colega professora que mencionava: “quando sonhamos sozinhos é apenas um sonho, quando sonhamos em conjunto é o começo da realidade, que seus sonhos em educação se tornem belas realidades”. Por isso, a apresentação do meu MSN é: “acreditando no poder dos sonhos para torná-los realidade”.
por: Profª Maria Celeste Lameira
Publicado no O Globo Online - 08/07/2008 e em www.professoresassociados

domingo, 12 de julho de 2009

AI 2º Bimestre/2009

PE 31) De acordo com a LDB 93994/96, quem deverá efetuar a matrícula dos menores a partir dos 6 anos de idade?
a) comunidade
b) os professores
c) os pais ou responsáveis
d) as creches

32) A educação escolar, conforme Art. 1º § 2º da LDB 9394/96, deverá vincular-se:
a) ao exercício da cidadania
b) ao mundo do trabalho e à prática social
c) ao livre desenvolvimento do educando
d) a liberdade de aprender

33) Na LDB 9394/96 a educação é apresentada como dever:
a) dos pais e responsáveis
b) da escola
c) da família e do Estado
d) nenhuma das respostas acima

34) Disciplinando a educação escolar, que se desenvolve, predoninantemente, por meio do ensino, em instituições próprias, a LDB 9394/96, trata especificamente da educação:
a) assistemática
b) informal
c) institucional
d) sistemática

GABARITO:
31= C 32= B 33= C 34= D

REVISÃO 2ª AI/2009


sexta-feira, 10 de julho de 2009

A importância da Educação Infantil

"Os primeiros anos de vida são verdadeiramente de educação. A construção da inteligência, a aquisição da aprendizagem, habilidades, valores e atitudes são desenvolvidos nesta fase e valem por toda a vida", explicou a professora Maria Irene Reginatto Eibel, em sua tese de pós-graduação.
Entretanto, ela alerta que são preciso alguns cuidados para ensinar crianças de zero até os quatro anos. "A educação nesta fase tem de ter uma integração com o social e o cultural, oportunizando as mais diversas formas de expressão e construção do conhecimento", disse e ainda acrescentou. "Dos quatro aos seis, as atividades têm de ser prazeorozas, lúdicas e com ambiente letrado, no qual desenvolvimento, socialização e construção de identidade singulares possam relacionar-se gradualmente".
Maria Irene não acredita que forçar a criança a estudar desde cedo, diminuirá o tempo de brincadeira da criança, pelo contrário, o estudo será entendido como uma forma de brincar e, por isso investir em educação se torna uma atitude inteligente. "Nos primeiros anos de vida que a criança aprende a aprender. É quando o cérebro humano estrutura seu raciocínio, portanto investir na primeira infância é um ato inteligente de um bom administrador e um passo estratégico para a melhoria da educação em nosso país". A professora ainda lembra que o ensinar não é uma obrigação apenas do governo, os pais também precisam ficar atentos para o que a criança está convivendo no seu dia a dia. "Elas precisam viver em ambientes enriquecedores que favoreçam o brincar, o descobrir, o aprender, nos quais interagir com brinquedos e objetos do conhecimento físico e social".
Portanto, é preciso investir em educação e querer aprender para que assim se construa um país bem desenvolvido e forte.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Alunos da rede estadual terão reforço para o ENEM


Alunos da rede estadual terão reforço na preparação para o Novo Enem
Rio - Uma iniciativa pioneira da Secretaria de Estado de Educação vai permitir que os estudantes das escolas da rede se atualizem para as provas do Novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
A partir do dia 3 de agosto até o dia 2 de outubro, acontece o Projeto Reforço Novo Enem, que vai utilizar a Educação a Distância, via satélite, para atingir em tempo real os 92 municípios fluminenses.
Com uma metodologia pedagógica mais moderna, a Secretaria de Educação pretende melhorar o desempenho dos jovens nas próximas avaliações. A ideia é que o aluno ainda amplie seu tempo diário de permanência na escola. O projeto acontece em parceria com a Academia Brasileira de Educação, Cultura e Empregabilidade (Abece), grupo educacional reconhecido nacionalmente na preparação de candidatos para provas e concursos.As aulas serão ministradas, ao vivo, por professores especialistas em processos seletivos organizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), utilizando um sistema digital de áudio e vídeo.
Nesse primeiro momento, poderão participar alunos matriculados nas séries finais (3º e 4º anos ou fases equivalentes de EJA) de 500 escolas estaduais que possuem Ensino Médio, Ensino Normal, Educação de Jovens e Adultos e/ou Ensino Profissionalizante.
A seleção dos 500 colégios foi realizada de acordo com a proporcionalidade do número de alunos frequentando a série final do Ensino Médio por município.
O plano de estudos acontecerá de segunda a sexta-feira, com quatro horas de transmissão por período, com intervalos entre cada atividade, para a matriz de Competências e Habilidades (Linguagens, códigos e suas Tecnologias; Ciências Naturais e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Matemática e Redação).
Os estudantes poderão enviar suas dúvidas por e-mail, auxiliados pelo professor-tutor da SEEDUC por e-mail a ser divulgado pela ABECE. As perguntas serão selecionadas e respondidas ao vivo, no final das aulas. Serão realizados simulados e propostos, Testes Semanais Domiciliares (TDs), que vão ficar disponíveis no site www.educacao.rj.gov.br, todas as sextas feiras. Os gabaritos e soluções comentadas serão divulgados todas as terças-feiras.
Também estão previstas aulas com professores de excelência como Sérgio Nogueira, de Português; Carlos Gomes, de Português e Redação, e Ricardo Luiz, de Física. O juiz Wilson Douglas vai ministrar uma aula magna sobre auto-estima e concentração para a prova.
Mais informações através do
e-mail reforconovoenem@educacao.rj.gov.br
ou do telefone 2333-0600.

CAMPEÃO DA BRONCA NAS SALAS DE AULA

Pesquisas revelam que, no Brasil, professores perdem 17,8% da aula para domar alunos.
Rio - É no Brasil onde professores perdem mais tempo para manter a disciplina dos estudantes: 17,8% da aula é dedicada a isso. A pesquisa foi realizada em 23 países pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entidade internacional com sede na França. Foram ouvidos 5.687 mestres e diretores de 5ª a 8ª séries de escolas públicas e privadas.
Microfone ajudou os professores de Niterói a controlar os estudantes
“O mais grave é o número elevado de alunos em salas de aula. É quase impossível manter 50 ou 60 jovens concentrados quando deveria haver menos da metade”, revelou a diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação (Sepe-RJ), Beatriz Lugão. O relatório revelou que as classes brasileiras têm, em média, 32,2 alunos: é o quarto pior no ranking. Beatriz ressalta que a escassez de atividades complementares contribui para que as aulas se tornem monótonas. Violência e conflitos familiares deixam jovens dispersos. A falta de disciplina também se reflete na saúde do professor. Segundo o Sepe, 30% dos pedidos mensais de afastamentos no estado são relativos a problemas causados por aumento do tom de voz, ameaças e cansaço. Na rede municipal de Niterói, a solução foi a instalação de microfones. “Acabaram as piadinhas que surgem quando alguém diz que não ouviu o professor, desencadeando vários transtornos disciplinares”, atesta a diretora da Escola Municipal Mestra Fininha, Cristina Valéria Santos. O governo estadual também está adquirindo este ano mais de 20 mil kits de microfones e amplificadores para distribuir aos profissionais da rede. Pela comparação do OCDE, 71% dos mestres brasileiros começaram a dar aulas sem passar por adaptação, percentual quase três vezes maior que o dos demais países (25%).
O DIA